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Esta presença no Mundial da África do Sul é quase como que um milagre para a eslovenos, ainda para mais tendo em conta os adversários que tiveram que encontrar na fase de qualificação. Polónia, República Checa e Rússia (142 milhões de habitantes), foram os mais fortes adversários vergados pela Eslovénia, país com apenas 2 milhões de habitantes, facto que acentua ainda mais este feito.
A Eslovénia, que existe apenas desde 1991, quando se separou da Jugoslávia, tem como pontos altos da sua curta existência no futebol, uma anterior participação num Campeonato do Mundo, em 2002 e a presença no Europeu de 2000. No Mundial da África do Sul, a selecção, comandada por Matjaz Kek, conhecido mais pela sua grande capacidade e liderança do que pelo seu talento natural, não apresenta jogadores com experiência destas anteriores competições, mas está determinada em conseguir contrariar as probabilidades e surpreender os gigantes do futebol mundial.
No seu conjunto não encontramos nomes marcantes do mundo do futebol mas, apesar da sua força residir principalmente no conjunto, podemos destacar alguns talentos individuais, tais como o jogador mais conhecido desta selecção e avançado do Colónia, Milivoje Novakovic, o talentoso médio e capitão, Robert Koren, que actua na Inglaterra e o guarda-redes Samir Handanovic, batido por apenas 4 vezes no apuramento. Estes três jogadores formam a espinha dorsal da selecção.